Para este dia, o nosso objetivo cingia-se a ir à Torre de Moscovo, ir às compras de lembranças e comer. O (sempre) desgraçado do Bruno não pôde ir connosco r ficou o dia de cama a ver televisão russa.
Começámos por ir tomar o pequeno-almoço ao restaurante do hotel. Depois fomos em direção à Torre. Víamo-la, mas não conseguíamos chegar lá. Fomos andando, andando, e fomos dar a um parque. Pagámos não sei quantos centavos de rublo para entrarmos e perguntávamo-nos se seriam aqueles edifícios imitações ou originais. E eram imitações. O parque era uma espécie de "Rússia dos Pequenitos". Ao lado deste, havia outro parque com um lago e alguns carroceis. Queríamos ir para lá, mas tínhamos de dar uma grande volta e resolvermos passar por um buraco na rede.
Acabada a visita aos parques, continuámos na direção da Torre. Perto dela, já se podiam ver bem os vidros partidos, tudo cinzento e cheio de pó. Pensámos que de certeza estaria fechada ao público. Contudo, qual não foi a nossa surpresa quando percebemos que estava aberta! [não percebo se visitámos, não escrevi sobre isso]
Fomos à procura da Pizza Hut. Ainda era longe. Entretanto começa a chover. Não estávamos à espera disto. Chegados à Pizza Hut, havia fila, aliás, duas filas. Uma para quem pagasse em dólares - curtíssima - e outra para quem pagasse em rublos - longa. Estivemos 2h15 na fila. Comemos quase às 16h, mas valeu a pena. Por 125 escudos comemos um disparate de comida. A pizza familiar era 75 escudos (nem 0.40€), os jarros de Pepsi a 15 escudos, etc. Como se pedia à mesa, a comunicação foi difícil, mas salvámo-nos com um inglês que lá estava.
Ao que nos restava da tarde fomos para o mercado. Era para gastar os rublos.
Esperávamos jantar no hotel, mas quando chegámos, o restaurante estava fechado. Deitámo-nos às 22h, com alguns roncos no estômago.
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