Estávamos tão moles que não nos queríamos levantar. Então, ficámos a brincar com os cachorrinhos que tinham vindo à porta da tenda. Entretanto, apareceu um fotógrafo que nos pediu para tirar fotografias de nós dentro da tenda. Disse que era para o jornal do Jamboree.
Tomámos banho e fizemos o pequeno-almoço que comemos mais ou menos pelo meio-dia. Assim que nos "despachámos", fomos fazer o caminho do costume até à paragem de camioneta e consequente viagem de autocarro até Seul. Neste dia íamos visitar os jardins secretos, que nos tinham sido recomendados na Embaixada, que seria giro vermos, e pusemo-nos a caminho.
Com a ajuda do mapa e de algum desenrasque, chegámos num instante. Mas a visita guiada daquela hora, em inglês, já tinha começado há um bocado e outra, só às 15.30h. Por isso fomos procurar um sítio para almoçar. Pusemo-nos a andar por uma avenida fora, cheia de restaurantes, mas só coreanos. Então, já meio fartos, sentámo-nos a olhar para o mapa. Apareceu uma família coreana e quem meteu conversa foi a filha mais nova, para aí com 5 anos, porque tinha ido aos Estados Unidos e sabia falar inglês. Aproveitámos para perguntar por um restaurante ocidental [shame on us] e eles indicaram-nos a "Americana", que é outro sítio onde se comem... hamburgers. Lá demos com aquilo ao fim de algum tempo.
A seguir ao almoço voltámos depressa para a entrada dos "Secret Gargens" para entrar a horas com o resto da excursão daquela hora. Na visita vimos escoteiros mexicanos e italianos. Durante a visita, o Ricardo meteu conversa com a cicerone que ficou muito contente por haver turistas tão interessados. Houve uma paragem de uns 10 minutos num sítio muito bonito, com um grande lago e grandes casas típicas coreanas. Mais para o fim havia umas árvores muito estranhas para nós e muito antigas, e com lendas de dragões e de serpentes associadas.
À saída, sentámo-nos um bocado para decidir o próximo passo do dia e decidimos ir à Torre de Seul. Andámos em mais alguns transportes até à estação central e depois fomos a pé até à Torre. Depois de subirmos várias ruas e estradas "algo" íngremes, e de subirmos umas quantas escadarias, chegámos ao "sopé" da Torre. Dali, apanhava-se o teleférico e a seguir é que era a Torre. Um coreano, que tinha aprendido português na faculdade, mas que já tinha esquecido pela falta de prática, disse-nos que já fechara e, vendo a nossa expressão de desilusão, indicou-nos um sítio bem perto dali que era um género de jardim zoológico, mas em ponto pequeno. Fomos então ver umas aves raras, uns macacos e umas galinhas enjauladas, ficando a promessa de voltar no dia seguinte, mas cedo, para visitar a Torre.
Voltámos para trás e fizemos compras para o piquenique na Aldeia Folclórica que iríamos visitar no dia seguinte. Jantámos no Hardee's e depois voltámos ao campo para dormirmos que nem uns anjinhos.
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